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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Síntese humana

"Gente humana"... isso ouvimos, lemos não acessamos. Pelo menos não acesso, ou não pretendo. Indiferente da pessoa, Mala-faia, Eu, Vozes ou Nozes talvez esqueçamos dos princípios de alteridade no trato com a outra (pessoa). O argumento de que a família é o 'pilar' da nossa sociedade é tão simplório que ninguém explica quando filhxs de um casamento 'perfeito' soçobram com tudo: matam, roubam, furtam, estupram, mentem, ludibriam, aprovam leis tacanhas e medonhas. O pilar deve ser a alteridade, quem sabe a respeitabilidade seja melhor que um pai ausente? Calores, insanidades, sexualidades e vontades... nada, é tudo o que vejo...

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Dançar a vida

Nada mais emblemático que dançar e submeter-se ao ritmo, à cadência efêmera de sons. Sozinhos, em pares ou em grupo, dançar é lançar-se ao vazio na esperança de um preenchimento. Dançar é embalar-se nos braços do outro, da outra. Dançar é e o resto não importa por agora.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Abaixo Assinado Pelo Casamento Civil Igualitário

Leiam o que o deputado federal Jean Wyllys propõem para que o casamento realmente seja um direito em uma sociedade Igualitária, Laica, Democrática, etc...

"Como deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro, mas também como cidadão homossexual e ativista de direitos humanos, vou propor ao congresso brasileiro a aprovação de um projeto de emenda constitucional para garantir o direito ao casamento civil a todas as pessoas, sejam gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais ou heterossexuais. Este site foi criado para apoiar esse projeto.

“Casamento civil” quer dizer que serão os mesmos direitos com os mesmos nomes, porque a nossa Constituição Federal diz que todas as pessoas são iguais perante a lei e não devem sofrer discriminação. Esses princípios, além de fazerem parte do nosso texto constitucional, são lei para todos os países que assinaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos que, no artigo 1º, estabelece: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”. O princípio da igualdade e o direito a não sofrer discriminação são reconhecidos em todos os tratados internacionais de direitos humanos.

A proibição do casamento aos homossexuais não só desrespeita esses princípios, priva-nos a gays e lésbicas de uma longa lista de benefícios sociais e nos exclui de uma celebração que tem efeitos ordenadores em nossa cultura, como também persegue uma forma de igualação autoritária que nos oprime, já que parte do pressuposto de que todas as pessoas deveriam ser heterossexuais — como se isso fosse possível.

Estamos falando de uma forma de discriminação do mesmo tipo que a exclusão das mulheres do direito ao voto, a proibição do casamento inter-racial, a segregação de brancos e negros, a perseguição contra os judeus e outras formas de discriminação e violência que, mais tarde ou mais cedo, emergiram à superfície e ficaram em evidência como tais. Da mesma maneira que hoje não há mais “voto feminino”, mas apenas voto, nem há mais “casamento inter-racial”, mas apenas casamento, chegará o dia em que não haja mais “casamento homossexual”, porque a distinção resulte tão irrelevante como resultam hoje as anteriores e o preconceito que explicava a oposição semântica tenha sido superado.

A nossa luta pelo casamento, portanto, é também pelo reconhecimento social e político da dignidade e da condição humana das pessoas homossexuais. É uma luta cultural e simbólica. Nos países onde o Estado reconheceu o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, as novas gerações crescem e se educam sabendo que gays e lésbicas não são melhores ou piores do que os heterossexuais, mas apenas diferentes e que nossas famílias valem o mesmo que as famílias de origem heterossexual e merecem o mesmo respeito e reconhecimento. A lei também serve para educar.

O projeto de emenda constitucional que estou impulsionando na Câmara dos Deputados levará ao parlamento brasileiro o grito de milhões de seres humanos que querem ser respeitados, livres e iguais perante a lei, não somente no papel como também na prática. Mas nós queremos ser iguais de verdade. Por isso, não queremos “união civil”, mas casamento, porque não existe a quase-igualdade, mas somente a igualdade e a desigualdade. Algum político democrático defenderia que quando um negro se casa, seu casamento fosse chamado pela lei com outro nome, por exemplo, “união civil de negros”? A “união civil”, como instituição alternativa ao casamento, destinada aos casais do mesmo sexo, seria uma sorte de gueto. Meu projeto, como os que já foram aprovados em outros países, defende que o casamento deve ser o mesmo para todos, deve ter os mesmos requisitos e efeitos, deve garantir os mesmos direitos e obrigações e deve levar o mesmo nome.

Acredito, ademais, que esta proposta seja a resposta mais adequada do poder legislativo à sentença do nosso Supremo Tribunal Federal, que recentemente decidiu que os casais do mesmo sexo constituem família, podem formar uma união estável e devem ter reconhecidos todos os direitos que a Constituição Federal garante às uniões estáveis. Sabemos que um desses direitos, conforme o art. 226 § 2, é o casamento civil, como já foi esclarecido em vários processos por juízes de diferentes estados. O legislativo não pode continuar se omitindo!

Sou o primeiro deputado gay fora do armário da história do meu país. É um grande orgulho, mas também uma enorme responsabilidade, que assumo com alegria e convicção. Vou trabalhar para que o nosso país seja o próximo a conquistar o casamento igualitário e reconhecer a cidadania a gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Esse é o meu compromisso pessoal com todos os brasileiros e as brasileiras.


Jean Wyllys"

Acessem e assinem pelo site:

http://casamentociviligualitario.com.br/abaixo-assinado/

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Herege vontade

Aqui, em Mandaguari, o desvio é feito, ainda que refeito o defeito, continuamos a observar o mesmo: Desviar é Preciso, navegar não...

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Prêmio de Melhor Atleta Olímpico de 2011

É de uma fantástica alegria observar como nossos atletas são tratados no país. No futebol o importante é O fulano, quantas vezes ao menos fora indicado como o Melhor do Ano/Mundo, mas se uma umulher supera essa premiação, melhor deixar de escanteio, futebol é coisa de homem. Eu sentiria (e sinto) vergonha de intitular este país de 'país do futebol', a menos que isso signifique de antemão que trata-se do futebol masculino, e só.
Essa semana foram premiados os atletas do ano, não excluo seus pesos e importãncias, contudo, não vi um só para-atleta das vezes que apareceu na televisão as imagens do evento. E aí? Um País de Todos? Todos quem?

..................... afffff

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Punição de site homofóbico, sexista e racista

Pipow, é possível sim, realizar ações efetivas, vejam:

"05/12 – SPM pede punição para página da internet com conteúdo discriminatório

Date: 2011-12-05

A ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), enviou nesta segunda-feira, 5, ofícios para os ministros da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, e das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, pedindo providências para localizar, retirar do ar e punir com base na legislação internacional os autores de uma página na internet com forte conteúdo discriminatório, apologia ao crime e incitação à violência contra mulheres, negros e homossexuais.

O site, escrito em português, é voltado ao público brasileiro e incita homens a estuprarem e matarem mulheres. A página também tem forte conteúdo racista e homofóbico.

A Ouvidoria da SPM recebeu, nos últimos meses, diversas denúncias contra o site e acionou a Polícia Federal que, no mês passado, depois de localizar o provedor responsável pela hospedagem do site, nos Estados Unidos, informou que as gestões teriam que ser tomadas pelos dois ministérios.

Segundo a Polícia Federal, Brasil e Estados Unidos mantêm acordo bilateral que permite a obtenção de dados cadastrais dos responsáveis, junto à empresa americana que hospeda o site. “Mas o acordo deve ser acionado pelos ministérios da Justiça e das Relações Exteriores”, informou a PF

“Daí a decisão de enviarmos imediatamente os ofícios”, informou a ministra.


Comunicação Social"

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Denuncie

Ainda hoje somos bombardeados por informações e coisas desse tipo. Não consigo formular uma única frase que caiba a estupidez e horror desse ser. Denuncie o blog acessando http://denuncia.pf.gov.br/.
Leia um pouco desse ser:


"FAÇA VOCÊ MESMO: ESTUPRE E MATE UMA MULHER | Silvio Koerich
www.silviokoerich.org
O homem ocidental vive em uma espécie de “Matrix”, onde o mesmo é ensinado a tratar bem e amar mulheres. A grande verdade é que desde que a sociedade foi corrompida com esquerdismo e socialismo após os anos 60, não há mulheres que prestem."

Eu já fiz minha parte.