VISITAS
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Dançar a vida
Nada mais emblemático que dançar e submeter-se ao ritmo, à cadência efêmera de sons. Sozinhos, em pares ou em grupo, dançar é lançar-se ao vazio na esperança de um preenchimento. Dançar é embalar-se nos braços do outro, da outra. Dançar é e o resto não importa por agora.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Abaixo Assinado Pelo Casamento Civil Igualitário
Leiam o que o deputado federal Jean Wyllys propõem para que o casamento realmente seja um direito em uma sociedade Igualitária, Laica, Democrática, etc...
"Como deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro, mas também como cidadão homossexual e ativista de direitos humanos, vou propor ao congresso brasileiro a aprovação de um projeto de emenda constitucional para garantir o direito ao casamento civil a todas as pessoas, sejam gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais ou heterossexuais. Este site foi criado para apoiar esse projeto.
“Casamento civil” quer dizer que serão os mesmos direitos com os mesmos nomes, porque a nossa Constituição Federal diz que todas as pessoas são iguais perante a lei e não devem sofrer discriminação. Esses princípios, além de fazerem parte do nosso texto constitucional, são lei para todos os países que assinaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos que, no artigo 1º, estabelece: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”. O princípio da igualdade e o direito a não sofrer discriminação são reconhecidos em todos os tratados internacionais de direitos humanos.
A proibição do casamento aos homossexuais não só desrespeita esses princípios, priva-nos a gays e lésbicas de uma longa lista de benefícios sociais e nos exclui de uma celebração que tem efeitos ordenadores em nossa cultura, como também persegue uma forma de igualação autoritária que nos oprime, já que parte do pressuposto de que todas as pessoas deveriam ser heterossexuais — como se isso fosse possível.
Estamos falando de uma forma de discriminação do mesmo tipo que a exclusão das mulheres do direito ao voto, a proibição do casamento inter-racial, a segregação de brancos e negros, a perseguição contra os judeus e outras formas de discriminação e violência que, mais tarde ou mais cedo, emergiram à superfície e ficaram em evidência como tais. Da mesma maneira que hoje não há mais “voto feminino”, mas apenas voto, nem há mais “casamento inter-racial”, mas apenas casamento, chegará o dia em que não haja mais “casamento homossexual”, porque a distinção resulte tão irrelevante como resultam hoje as anteriores e o preconceito que explicava a oposição semântica tenha sido superado.
A nossa luta pelo casamento, portanto, é também pelo reconhecimento social e político da dignidade e da condição humana das pessoas homossexuais. É uma luta cultural e simbólica. Nos países onde o Estado reconheceu o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, as novas gerações crescem e se educam sabendo que gays e lésbicas não são melhores ou piores do que os heterossexuais, mas apenas diferentes e que nossas famílias valem o mesmo que as famílias de origem heterossexual e merecem o mesmo respeito e reconhecimento. A lei também serve para educar.
O projeto de emenda constitucional que estou impulsionando na Câmara dos Deputados levará ao parlamento brasileiro o grito de milhões de seres humanos que querem ser respeitados, livres e iguais perante a lei, não somente no papel como também na prática. Mas nós queremos ser iguais de verdade. Por isso, não queremos “união civil”, mas casamento, porque não existe a quase-igualdade, mas somente a igualdade e a desigualdade. Algum político democrático defenderia que quando um negro se casa, seu casamento fosse chamado pela lei com outro nome, por exemplo, “união civil de negros”? A “união civil”, como instituição alternativa ao casamento, destinada aos casais do mesmo sexo, seria uma sorte de gueto. Meu projeto, como os que já foram aprovados em outros países, defende que o casamento deve ser o mesmo para todos, deve ter os mesmos requisitos e efeitos, deve garantir os mesmos direitos e obrigações e deve levar o mesmo nome.
Acredito, ademais, que esta proposta seja a resposta mais adequada do poder legislativo à sentença do nosso Supremo Tribunal Federal, que recentemente decidiu que os casais do mesmo sexo constituem família, podem formar uma união estável e devem ter reconhecidos todos os direitos que a Constituição Federal garante às uniões estáveis. Sabemos que um desses direitos, conforme o art. 226 § 2, é o casamento civil, como já foi esclarecido em vários processos por juízes de diferentes estados. O legislativo não pode continuar se omitindo!
Sou o primeiro deputado gay fora do armário da história do meu país. É um grande orgulho, mas também uma enorme responsabilidade, que assumo com alegria e convicção. Vou trabalhar para que o nosso país seja o próximo a conquistar o casamento igualitário e reconhecer a cidadania a gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Esse é o meu compromisso pessoal com todos os brasileiros e as brasileiras.
Jean Wyllys"
Acessem e assinem pelo site:
http://casamentociviligualitario.com.br/abaixo-assinado/
"Como deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro, mas também como cidadão homossexual e ativista de direitos humanos, vou propor ao congresso brasileiro a aprovação de um projeto de emenda constitucional para garantir o direito ao casamento civil a todas as pessoas, sejam gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais ou heterossexuais. Este site foi criado para apoiar esse projeto.
“Casamento civil” quer dizer que serão os mesmos direitos com os mesmos nomes, porque a nossa Constituição Federal diz que todas as pessoas são iguais perante a lei e não devem sofrer discriminação. Esses princípios, além de fazerem parte do nosso texto constitucional, são lei para todos os países que assinaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos que, no artigo 1º, estabelece: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”. O princípio da igualdade e o direito a não sofrer discriminação são reconhecidos em todos os tratados internacionais de direitos humanos.
A proibição do casamento aos homossexuais não só desrespeita esses princípios, priva-nos a gays e lésbicas de uma longa lista de benefícios sociais e nos exclui de uma celebração que tem efeitos ordenadores em nossa cultura, como também persegue uma forma de igualação autoritária que nos oprime, já que parte do pressuposto de que todas as pessoas deveriam ser heterossexuais — como se isso fosse possível.
Estamos falando de uma forma de discriminação do mesmo tipo que a exclusão das mulheres do direito ao voto, a proibição do casamento inter-racial, a segregação de brancos e negros, a perseguição contra os judeus e outras formas de discriminação e violência que, mais tarde ou mais cedo, emergiram à superfície e ficaram em evidência como tais. Da mesma maneira que hoje não há mais “voto feminino”, mas apenas voto, nem há mais “casamento inter-racial”, mas apenas casamento, chegará o dia em que não haja mais “casamento homossexual”, porque a distinção resulte tão irrelevante como resultam hoje as anteriores e o preconceito que explicava a oposição semântica tenha sido superado.
A nossa luta pelo casamento, portanto, é também pelo reconhecimento social e político da dignidade e da condição humana das pessoas homossexuais. É uma luta cultural e simbólica. Nos países onde o Estado reconheceu o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, as novas gerações crescem e se educam sabendo que gays e lésbicas não são melhores ou piores do que os heterossexuais, mas apenas diferentes e que nossas famílias valem o mesmo que as famílias de origem heterossexual e merecem o mesmo respeito e reconhecimento. A lei também serve para educar.
O projeto de emenda constitucional que estou impulsionando na Câmara dos Deputados levará ao parlamento brasileiro o grito de milhões de seres humanos que querem ser respeitados, livres e iguais perante a lei, não somente no papel como também na prática. Mas nós queremos ser iguais de verdade. Por isso, não queremos “união civil”, mas casamento, porque não existe a quase-igualdade, mas somente a igualdade e a desigualdade. Algum político democrático defenderia que quando um negro se casa, seu casamento fosse chamado pela lei com outro nome, por exemplo, “união civil de negros”? A “união civil”, como instituição alternativa ao casamento, destinada aos casais do mesmo sexo, seria uma sorte de gueto. Meu projeto, como os que já foram aprovados em outros países, defende que o casamento deve ser o mesmo para todos, deve ter os mesmos requisitos e efeitos, deve garantir os mesmos direitos e obrigações e deve levar o mesmo nome.
Acredito, ademais, que esta proposta seja a resposta mais adequada do poder legislativo à sentença do nosso Supremo Tribunal Federal, que recentemente decidiu que os casais do mesmo sexo constituem família, podem formar uma união estável e devem ter reconhecidos todos os direitos que a Constituição Federal garante às uniões estáveis. Sabemos que um desses direitos, conforme o art. 226 § 2, é o casamento civil, como já foi esclarecido em vários processos por juízes de diferentes estados. O legislativo não pode continuar se omitindo!
Sou o primeiro deputado gay fora do armário da história do meu país. É um grande orgulho, mas também uma enorme responsabilidade, que assumo com alegria e convicção. Vou trabalhar para que o nosso país seja o próximo a conquistar o casamento igualitário e reconhecer a cidadania a gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Esse é o meu compromisso pessoal com todos os brasileiros e as brasileiras.
Jean Wyllys"
Acessem e assinem pelo site:
http://casamentociviligualitario.com.br/abaixo-assinado/
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Herege vontade
Aqui, em Mandaguari, o desvio é feito, ainda que refeito o defeito, continuamos a observar o mesmo: Desviar é Preciso, navegar não...
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Prêmio de Melhor Atleta Olímpico de 2011
É de uma fantástica alegria observar como nossos atletas são tratados no país. No futebol o importante é O fulano, quantas vezes ao menos fora indicado como o Melhor do Ano/Mundo, mas se uma umulher supera essa premiação, melhor deixar de escanteio, futebol é coisa de homem. Eu sentiria (e sinto) vergonha de intitular este país de 'país do futebol', a menos que isso signifique de antemão que trata-se do futebol masculino, e só.
Essa semana foram premiados os atletas do ano, não excluo seus pesos e importãncias, contudo, não vi um só para-atleta das vezes que apareceu na televisão as imagens do evento. E aí? Um País de Todos? Todos quem?
..................... afffff
Essa semana foram premiados os atletas do ano, não excluo seus pesos e importãncias, contudo, não vi um só para-atleta das vezes que apareceu na televisão as imagens do evento. E aí? Um País de Todos? Todos quem?
..................... afffff
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Punição de site homofóbico, sexista e racista
Pipow, é possível sim, realizar ações efetivas, vejam:
"05/12 – SPM pede punição para página da internet com conteúdo discriminatório
Date: 2011-12-05
A ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), enviou nesta segunda-feira, 5, ofícios para os ministros da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, e das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, pedindo providências para localizar, retirar do ar e punir com base na legislação internacional os autores de uma página na internet com forte conteúdo discriminatório, apologia ao crime e incitação à violência contra mulheres, negros e homossexuais.
O site, escrito em português, é voltado ao público brasileiro e incita homens a estuprarem e matarem mulheres. A página também tem forte conteúdo racista e homofóbico.
A Ouvidoria da SPM recebeu, nos últimos meses, diversas denúncias contra o site e acionou a Polícia Federal que, no mês passado, depois de localizar o provedor responsável pela hospedagem do site, nos Estados Unidos, informou que as gestões teriam que ser tomadas pelos dois ministérios.
Segundo a Polícia Federal, Brasil e Estados Unidos mantêm acordo bilateral que permite a obtenção de dados cadastrais dos responsáveis, junto à empresa americana que hospeda o site. “Mas o acordo deve ser acionado pelos ministérios da Justiça e das Relações Exteriores”, informou a PF
“Daí a decisão de enviarmos imediatamente os ofícios”, informou a ministra.
Comunicação Social"
"05/12 – SPM pede punição para página da internet com conteúdo discriminatório
Date: 2011-12-05
A ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), enviou nesta segunda-feira, 5, ofícios para os ministros da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, e das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, pedindo providências para localizar, retirar do ar e punir com base na legislação internacional os autores de uma página na internet com forte conteúdo discriminatório, apologia ao crime e incitação à violência contra mulheres, negros e homossexuais.
O site, escrito em português, é voltado ao público brasileiro e incita homens a estuprarem e matarem mulheres. A página também tem forte conteúdo racista e homofóbico.
A Ouvidoria da SPM recebeu, nos últimos meses, diversas denúncias contra o site e acionou a Polícia Federal que, no mês passado, depois de localizar o provedor responsável pela hospedagem do site, nos Estados Unidos, informou que as gestões teriam que ser tomadas pelos dois ministérios.
Segundo a Polícia Federal, Brasil e Estados Unidos mantêm acordo bilateral que permite a obtenção de dados cadastrais dos responsáveis, junto à empresa americana que hospeda o site. “Mas o acordo deve ser acionado pelos ministérios da Justiça e das Relações Exteriores”, informou a PF
“Daí a decisão de enviarmos imediatamente os ofícios”, informou a ministra.
Comunicação Social"
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Denuncie
Ainda hoje somos bombardeados por informações e coisas desse tipo. Não consigo formular uma única frase que caiba a estupidez e horror desse ser. Denuncie o blog acessando http://denuncia.pf.gov.br/.
Leia um pouco desse ser:
"FAÇA VOCÊ MESMO: ESTUPRE E MATE UMA MULHER | Silvio Koerich
www.silviokoerich.org
O homem ocidental vive em uma espécie de “Matrix”, onde o mesmo é ensinado a tratar bem e amar mulheres. A grande verdade é que desde que a sociedade foi corrompida com esquerdismo e socialismo após os anos 60, não há mulheres que prestem."
Eu já fiz minha parte.
Leia um pouco desse ser:
"FAÇA VOCÊ MESMO: ESTUPRE E MATE UMA MULHER | Silvio Koerich
www.silviokoerich.org
O homem ocidental vive em uma espécie de “Matrix”, onde o mesmo é ensinado a tratar bem e amar mulheres. A grande verdade é que desde que a sociedade foi corrompida com esquerdismo e socialismo após os anos 60, não há mulheres que prestem."
Eu já fiz minha parte.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
ASSINDI
Pessoal, saudações. Recebi um email sobre a ASSINDI, e como conheci a instituição e a presidente, penso que seja importante divulgar.
Abraços e segue o email.
"Associação Indigenista – ASSINDI – Maringá
Centro Cultural Indígena
Fone: (44) 3224-7117 / 9832-4333
www.assindi.org.br
e-mail: assindi@wnet.com.br
rodovia BR. 376 km 170 – Gleba Patrimônio Maringá
caixa postal: 1457 – CEP: 87045-610 – Maringá/ Paraná
Prezados (as) Coordenadores (as) das Equipes Multidisciplinares
Estamos divulgando o trabalho realizado pela ASSINDI em prol do indígena da nossa região, ela abriga os estudantes indígenas da UEM e os indígenas que vêm até a cidade para vender o seu artesanato.
Surgiu há 10 anos com a proposta de minimizar os riscos e atender as necessidades das famílias indígenas que chegavam na cidade e não encontravam local adequado/espaço próprio para descansar e deixar as crianças.
Tem como objetivos:
• Propiciar melhor qualidade de vida para as comunidades indígenas através de elaboração de projetos, convênios e parcerias com instituições públicas e particulares municipais, estaduais, federais e internacionais.
• Humanizar a estada dos índios na cidade de Maringá-PR, assessorando-os quando nela estiverem.
• Combater a discriminação, a exploração, apoiando-se em ideais de democracia, liberdade, justiça e equidade social.
• Organizar, acompanhar ou apoiar programas ou ações que visem a incentivar, manter, preservar e recuperar o patrimônio cultural indígena.
• Incentivar a melhoria da qualidade do artesanato indígena, visando melhor comercialização.
• Facilitar o intercambio entre os grupos indígenas habitantes da região centro - norte do Paraná e a comunidade local.
Pedimos que todos vocês coordenadores (as) das Equipes Multidisciplinares, sejam, assim como nós aqui do NRE, porta vozes dessa causa, divulgando o trabalho da ASSINDI e promovendo a discussão acerca da necessidade da comunidade valorizar o povo indígena da sua região, que muitas vezes são esquecidos e marginalizados. Porém, não queremos apenas a divulgação, queremos que a população contribua com o trabalho, dessa forma, segue orientações para quem puder e quiser ajudar por meio do Programa Fia (Fundo para a Infância e Adolescência), que consiste em um fundo composto por parte do Imposto de Renda de doações voluntárias e de recursos públicos.
Assim, a pessoa, tanto física como jurídica, que declara seu Imposto de Renda pelo modelo completo, pode destinar no máximo 6% dele para entidades devidamente cadastradas no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). Como a ASSINDI está cadastrada, o reforço é que a doação seja para ela, a fim de contribuir com o nascimento de um espaço de educação, cultura e lazer para as crianças indígenas que ficam na ASSINDI enquanto seus pais estudam e/ou trabalham.
Como é o processo de doação?
A pessoa deverá entrar no site www.maringa.pr.gov.br/fia, selecionar a entidade e gerar o boleto de pagamento no banco, que deverá ser pago e o recibo guardado. Quando for fazer a declaração no ano seguinte, o valor do recibo deverá ser relacionado na declaração e o recibo anexado, assim o contribuinte será restituído e quem pagará os 6% será o governo, que fica obrigado a investir na entidade que a pessoa selecionou. É uma forma de cada um acompanhar onde seu imposto está sendo investido... maiores informações poderão ser obtidas junto ao contabilista e/ou escritório de contabilidade de sua confiança.
Quem puder e quiser ajudar, tem até o final de dezembro para fazer isso...
Contamos com o apoio de todos (as) vocês na divulgação e na campanha!
Att,
Altair Bonini
Jossyara Freitas
Equipe Multidisciplinar
DEDI/NRE de Maringá"
Abraços e segue o email.
"Associação Indigenista – ASSINDI – Maringá
Centro Cultural Indígena
Fone: (44) 3224-7117 / 9832-4333
www.assindi.org.br
e-mail: assindi@wnet.com.br
rodovia BR. 376 km 170 – Gleba Patrimônio Maringá
caixa postal: 1457 – CEP: 87045-610 – Maringá/ Paraná
Prezados (as) Coordenadores (as) das Equipes Multidisciplinares
Estamos divulgando o trabalho realizado pela ASSINDI em prol do indígena da nossa região, ela abriga os estudantes indígenas da UEM e os indígenas que vêm até a cidade para vender o seu artesanato.
Surgiu há 10 anos com a proposta de minimizar os riscos e atender as necessidades das famílias indígenas que chegavam na cidade e não encontravam local adequado/espaço próprio para descansar e deixar as crianças.
Tem como objetivos:
• Propiciar melhor qualidade de vida para as comunidades indígenas através de elaboração de projetos, convênios e parcerias com instituições públicas e particulares municipais, estaduais, federais e internacionais.
• Humanizar a estada dos índios na cidade de Maringá-PR, assessorando-os quando nela estiverem.
• Combater a discriminação, a exploração, apoiando-se em ideais de democracia, liberdade, justiça e equidade social.
• Organizar, acompanhar ou apoiar programas ou ações que visem a incentivar, manter, preservar e recuperar o patrimônio cultural indígena.
• Incentivar a melhoria da qualidade do artesanato indígena, visando melhor comercialização.
• Facilitar o intercambio entre os grupos indígenas habitantes da região centro - norte do Paraná e a comunidade local.
Pedimos que todos vocês coordenadores (as) das Equipes Multidisciplinares, sejam, assim como nós aqui do NRE, porta vozes dessa causa, divulgando o trabalho da ASSINDI e promovendo a discussão acerca da necessidade da comunidade valorizar o povo indígena da sua região, que muitas vezes são esquecidos e marginalizados. Porém, não queremos apenas a divulgação, queremos que a população contribua com o trabalho, dessa forma, segue orientações para quem puder e quiser ajudar por meio do Programa Fia (Fundo para a Infância e Adolescência), que consiste em um fundo composto por parte do Imposto de Renda de doações voluntárias e de recursos públicos.
Assim, a pessoa, tanto física como jurídica, que declara seu Imposto de Renda pelo modelo completo, pode destinar no máximo 6% dele para entidades devidamente cadastradas no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). Como a ASSINDI está cadastrada, o reforço é que a doação seja para ela, a fim de contribuir com o nascimento de um espaço de educação, cultura e lazer para as crianças indígenas que ficam na ASSINDI enquanto seus pais estudam e/ou trabalham.
Como é o processo de doação?
A pessoa deverá entrar no site www.maringa.pr.gov.br/fia, selecionar a entidade e gerar o boleto de pagamento no banco, que deverá ser pago e o recibo guardado. Quando for fazer a declaração no ano seguinte, o valor do recibo deverá ser relacionado na declaração e o recibo anexado, assim o contribuinte será restituído e quem pagará os 6% será o governo, que fica obrigado a investir na entidade que a pessoa selecionou. É uma forma de cada um acompanhar onde seu imposto está sendo investido... maiores informações poderão ser obtidas junto ao contabilista e/ou escritório de contabilidade de sua confiança.
Quem puder e quiser ajudar, tem até o final de dezembro para fazer isso...
Contamos com o apoio de todos (as) vocês na divulgação e na campanha!
Att,
Altair Bonini
Jossyara Freitas
Equipe Multidisciplinar
DEDI/NRE de Maringá"
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